Jornais Digitais

Também conhecido como ciberjornalismo, jornalismo eletrônico, jornalismo online, jornalismo hipertextual, webjornalismo e outros, é a prática jornalística voltada para sua divulgação no meio virtual, ou seja, a Internet. A Internet, atualmente tem sido bastante referenciada pela sociedade, bem como neste meu humilde blogue, pois como já é conhecido pela maioria, nas últimas décadas, ela tem e está passando por um processo de imensa explosão e desenvolvimento, tendo-se constituído de áreas de interesse de diversas áreas do conhecimento, sendo uma delas o jornalismo, que sempre esteve presente e adaptado a qualquer novo meio de comunicação que surgisse, por exemplo (MIELNICZUK, [2001]):

a)      impressão: jornal tradicional impresso;
b)      rádio: radiojornalismo;
c)      televisores: telejornalismo
d)      web: webjornalismo.



Radiojornalismo
Telejornalismo











Jornal impresso
Webjornalismo


        A Internet ao longo dos anos e da sua construção como importante meio de comunicação, senão o mais, veio apontando possibilidades variadas ($$$$ e outras) jamais vistas na comunicação de massas. Vendo-se essa porta se abrir, o jornalismo aventura-se pelo oceano virtual. Essa “aventura” é distinta por três fases históricas, conforme Mielniczuk ([2001]):

1ª fase: a chamada transposição, pois algumas matérias do jornal impresso eram disponibilizadas no formato digital, sem nenhuma adaptação ou coisa do gênero;
2ª fase: metáfora, quando houveram algumas tentativas de exploração do jornal e notícias na Internet, nota-se aqui, um interesse maior por parte das edições e organizações em si;
3ª fase: jornalismo digital, essa fase caracteriza-se pelo interesse acentuado dos jornais pelo ambiente virtual, com experiências e projetos desenvolvidos e destinados à implementação destes jornais na Internet. Ampla exploração dos recursos oferecidos pela rede como forma de atrativo e melhoras no webjornalismo.


Como demonstrado no breve histórico, podemos notar a timidez e receio das organizações na utilização da rede enquanto meio de comunicação, mas já nos anos 2000, com a afirmação da web como eficaz meio de transmissão de notícia e também como um possível fator comercial, o jornalismo “abraça e investe na causa”, e passa a prezar e utilizar a Internet como uma suplementação e inovação em relação ao meio tradicional.

Apesar do jornal impresso ainda ter certo valor no campo da comunicação, atualmente, tem-se notado uma predisposição de muitos jornais impressos extinguirem e apenas permanecerem em recurso digital. Ou mesmo ainda, aqueles jornais que nascem e se desenvolvem apenas na Internet. Um exemplo dessa tendência é o Jornal do Brasil, que teve sua última edição impressa em 31 de agosto de 2010, e após essa data, está sendo mantido apenas em formato digital. O jornal citado é antigo, sendo fundado em 1981. Em sua primeira publicação online, traz uma artigo de Lula, bem como os motivos pelos quais se optou pela mudança de recurso, os benefícios econômicos, ecológicos, modernos e outros, e também explicita que apesar da mudança, o enfoque e a linha editorial não irão divergir da linha seguida pelo jornal impresso.  Abaixo, o link para o respectivo jornal digital: http://www.jb.com.br/.


Como no exemplo acima citado, e para melhor especificar melhor a disposição para o webjornalismo, a autora Mielniczuk ([2001]), elenca algumas características que poderão tornar-se potencialidades, caso bem aproveitadas pelos jornais digitais:

a)      interatividade: o webjornalismo proporciona a participação do leitor no processo, fazendo assim, que este se sinta valorizado e importante. Participa através de fóruns, opniões, chats e etc.;
b)      personalidade e costumização: diz respeito a produtos jornalísticos personalizados que acordo com os interesses dos leitores;
c)      hipertextualidade: utilização de links remetendo a outros sítios da Internet, como matérias na íntegra ou informações adicionais;
d)      multimidialidade: convergência dos fatos das mídias tradicionais (imagem, texto e som) na narração do fato jornalístico;
e)      memória: o volume e o acúmulo de informações é maior, e o seu acesso também.

A partir dos itens acima citados, podemos atentar para uma gama de possibilidades no meio digital, cabendo as organizações sabe-lás aproveitá-las, e assim como no formato tradicional, inovar, tendo-se em vista as inúmeras oportunidades que a  Internet proporciona. Alves, (0000) cita a importância da Internet como alcançe global, rompendo barrreiras de tempo e espaço. Diz ainda que a constante interação com o leitor/usuário é muito válida e credível de utilização.  A Internet, de certa forma propicia uma certa liberdade em relação ao usuário. Para o autor, de acordo com a lógica construída pela Internet não faz sentido que eu escute, olhe, interaja com algo que não é de meu agrado. A lógica é a seguinte, acesso ao que eu quero, na hora desejada,  no formato desejado e no local de minha escolha.







Para finalizar esse tópico, trago um pensamento de Alves (0000) que me deixou com a “ pulga atrás da orelha”, e serve como refelexão para diversas áreas e seus profissionais. Ele relata que nos dias de hoje, há muitos que profetizam o fim dos jornais, devido ao surgimento da Internet e webjornalismo, bem como o fim dos livros e tantas outras coisas. No caso do jornalismo, este sempre se preocupou e agiu frente o desinteresse dos jovens pelas notícias e o jornal (desinteresse confesso por mim, também!!!!!). Eles notaram portanto, que esses jovens ao disputar no mercado de trabalho, se estabelecerem numa carreira e constituírem família passavam a ler o jornal. Essa observação foi feita e “comprovada” por várias gerações, resultando na existência contínua de público ao jornal (nesse caso, o impresso).  A ressalva feita pelo autor é a que, daqui a 15/20 anos, quando os jovens de hoje forem os adultos do futuro eles também começariam a se interessar pelas notícias e consequentemente seus jornais, o fato porém conflitante está, pois essa geração citada é a “geração web”, tendenciosa para ela e seus conteúdos, entre eles o jornal digital. Estaria anuncionado o fim do jornal impresso?






IMPACTO DOS JORNAIS DIGITAIS NOS PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO

Com o advento da Internet (desculpem a repetição, mas nesse contexto se torna inevitável) e a potencialização de produção da informação, o profissional da informação, seja ele bibliotecário, arquivista ou museólogo, está sendo convidado a desafiar um gigante informacional, a Internet, e coletar, ordenar, classificar, armazenar e disponilizar uma informação advinda da web é uma tarefa árdua que ainda estamos aprendendo a domá-la.

A web é dotada de um aspecto absolutamento “mixado”, diversificado, onde pode-se encontrar praticamente tudo de várias maneiras possíveis. E essas maneiras possíveis muitas vezes são incertas, sem denominação de criação, direitos, fazendo com que muitas informações sejam desconsideradas por este fator. O desafio portanto é a seleção das informações, o seu processamento correto e sua disponibilização, pois de nada adianta produzir milhões de dados ou informações diariamente, sem que se possa acessá-las posteriormente.

Com a “moda” do webjornalismo, acho fundamental que as próprias organizações se certifiquem da guarda e fácil acesso a todo o material disposto na web, pois este e qualquer outro que se encontre na rede, é dotado de valor, e poderá servir como elemento contribuidor da formação da história de uma época em um futuro próximo.


Referências

ALVES, Rosental Calmon. Jornalismo digital: dez anos de Web… e a revolução contínua. Comunicação e Sociedade, São Bernardo do Campo,  v. 9 n. 10, 2006. Disponível em: < http://revcom.portcom. intercom.org.br/index.php/cs_um/article/view    File/4751/4465>. Acesso em: 29 out. 2010.

MIELNICZUC, Luciana. Características  e implicações do jornalismo na Web. In: Congresso da SOPCOM, 2., 2001, Lisboa.  Disponível em: <http://200.18.45.42/ professores/chmoraes/comunicacao-digital/13-2001_mielniczuk _caracteristicas implicacoes.pdf>.  Acesso em:  29 out. 2010

ÚLTIMA edição impressa do JB destaca versão digital e artigo de Lula. In: IG. 31 ago. 2010. Disponível em: <http://ultimosegundo.ig.com.br /brasil/rj/ultima+ edicao+impressa+ do+jb+destaca+versao +digital+e+artigo+de+lula /n1237765714333.html>. Acesso em: 29 out. 2010.



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Repositório de Vídeos



Segundo Dicionário Melhoramentos a significação de repositório compreende o “lugar onde se guardam as coisas” (1997, p. 446). A partir disso, entedemos repositório de vídeos, como um lugar onde se armazenam vídeos. Uma conceituação mais complexa nos é apresentada por Rozados ([2010?]), que diz ser repositório de vídeo “o sistema de captura, tratamento, organização e recuperação de informação multimídia, o vídeo”. Tendo-se em vista a importância do vídeo atualmente, seja como fonte de pesquisa, recurso na educação ou entretenimento, o crescimento destes reposítórios é notável e passível de observação, pois cada vez mais as pessoas recorrem a recursos multimídeas, um exemplo disso é o Youtube, que desde sua criação é febre na Internet.

Os principais repositórios de vídeos são o Youtube, Google vídeos, Vimeo, CvTv e Academy Earth.

A literatura existente sobre o assunto é bastante escassa, sendo necessária uma análise a fim de elencar alguns pontos sobre esses repositórios. Os objetivos podem ser diversos, como entretenimento, educação, pesquisa e etc., bem como a sua natureza, podendo ser gratutita ou paga. Devido a multiplicidade de variedade existente em um repositório o público-alvo pode ser bastante diversificado. Por exemplo, o público do Youtube vai desde adolescentes desocupados procurando por vídeos engraçados, até donas-de-casa que buscam o capítulo de ontem da novela, passando por outras muitas classes de pessoas não citadas. Apesar deste aspecto de diversão que vem acompanhado o Youtube, ele representa uma democratização que deve ser citada, pois qualquer cidadão pode armazenar um vídeo digital no sistema.

Falarei brevemente do Youtube, seu histórico e suas características, por se tratar de uma ferramenta bastante conhecida  e um fenômeno mundial, que merece citação neste post. O Youtube foi criado em fevereiro de 2005, por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que trabalhavam na PayPal.  Em 2006, foi comprado pelo Google, e atualmente é o site mais popular dessa tipologia, pois permite o carregamento de quaisquer vídeo ao sistema (exceto coypiright) e também o acesso de qualquer indivíduo conectado a rede, sem a necessidade de criar uma conta ou pagamento. (WIKIPÉDIA)

Segundo própria denominação, disponível no próprio site do Youtube:



YouTube é a comunidade de vídeos on-line mais popular do mundo, permitindo que milhões de pessoas descubram, assistam e compartilhem vídeos criados originalmente. O YouTube oferece um fórum para as pessoas se conectarem, se informarem e inspirarem outras pessoas no mundo todo e age como uma plataforma de contribuição para criadores de conteúdo original e grandes e pequenos anunciantes. (YOUTUBE)




Através de dados na própria página, as pessoas estão assistindo a 2 bilhões de vídeos por dia e enviando centenas de milhares de vídeos diarimente. A cada minuto, 24 horas de vídeos são enviadas ao Youtube.  Seus usuários tem idades entre 18 a 55 anos, sendo metade homens e metade mulheres de todas as regiões. Cinquenta e um por cento deles  acessa o site semanalmente ou com mais frequência, e cinquenta e dois por cento com idades entre 18 e 34 anos, compartilham os vídeos com amigos e colegas. “Com uma base de usuários tão grande e diversificada, o YouTube oferece algo para todos.” (YOUTUBE)

YOUTUBE EDU



Subdivisão do Youtube. A partir de uma pesquisa feita em vários sítios, concluo que o Youtube Edu disponibiliza vídeos de diversas universidades, incluindo palestras, aulas e etc. Tem-se vídeos das mais famosas universidades que contribuem para a formação do referido repositório. Este inclui 300 faculdades e universidades, 10 países e 7 línguas, contando ainda com um recurso de legenda para outras línguas, como o português. (OLHAR DIGITAL)

A data de fundação não nos é fornecida no site, porém encontrei uma matéria que versava sobre o aniversário de um ano do Youtube Edu, então consideremos que a criação tenha sido em março de 2009. Segundo a matéria, ainda temos a informação de crescimento do repositório que cresceu para 65 mil vídeos, incluindo 35 cursos completos. (TECH CRUNCH)


O público-alvo, acredito eu, se constitui de professores e alunos interessados em assuntos acadêmicos e científicos, sendo o objetivo portanto a disponibilização deste material acadêmico, vídeo-aulas e outros para um público mais seleto e interessado nos novos meios de repassar conhecimento e educação, se constituindo num recurso adicional e diversificado que deve ser aproveitado por alunos e professores. O funcionamento do repositório aparentemente é o mesmo do Youtube, com busca por palavras-chaves e recuperação de vídeos que estejam indexados com estas palavras.
Parte superior do formulário


REFERÊNCIAS

KINCAID, Jason. YouTube EDU Finishes Its Freshman Year With 300 University Partners In Tow.  Mar. 25, 2010. Disponível em: <http://techcrunch.com/2010/03/25/youtube-edu-stats/>. Acesso em: 16 out. 2010.

MELHORAMENTOS. Repositório. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1997. p. 446.

OLHAR DIGITAL. Youtube Edu:  aulas gratuitas de universidades americanas. Disponível em: <http://olhardigital.uol.com.br//jovem/central_de_videos/youtube-edu-aulas-gratuitas-de-universidades-americanas/11143/integra > . Acesso em: 16 out. 2010.

ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Repositório de vídeos. 20 slides

WIKIPÉDIA. Youtube. Disponívem em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/YouTube>. Acesso em: 16 out. 2010.

YOUTUBE. Resumo do Youtube. Disponível em: < http://www.youtube.com/t/fact_sheet>. Acesso em: 16 out. 2010.

YOUTUBE. Sobre o Youtube.Disponível em:< http://www.youtube.com/t/about>. Acesso em: 16 out. 2010.





  

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O vídeo e sua contribuição na educação

A informação hoje provém de inúmeras formas, e uma delas é o vídeo que vem se apresentando como um fator adicional na educação. Assim como todas outras multimídias, potencializadas pela Internet, o vídeo se caracteriza por seu aspecto de entretenimento e lazer.

Segundo conceituação do site Wikipédia a palavra vídeo deriva do latim eu vejo, sendo uma tecnologia de processamento de sinais eletrônicos analógicos ou digitais para capturar, armazenar, transmitir ou apresentar imagens em movimento. Com o tempo, o termo ganaha maior abrangência e passa a integrar gravações de imagens em movimento, animação composta de fotos sequenciais, e as diversas formas para se gravar imagens em fitas, analógicas ou digitais, ou outras mídias.

"Vídeo" satirizado como única forma de atenção dos alunos 
As crianças, atualmente, estão cada vez mais familiarizadas com a Internet e todos seus desdobramentos, elas estão totalmente “por dentro” das novas tecnologias e dos novos recursos, e um deles é o vídeo, que praticamente, nos acompanha por toda nossa vida, seja na televisão, filmes e agora ganhando espaço na Internet. Ou seja, o vídeo faz parte do nosso cotidiano, cabendo aos professores de todos os níveis educacionais tirarem proveito dessa ferramenta como método de aprendizagem.

Nos últimos anos, a indústria do entretenimento cresceu muito, juntamente com as alternativas de divertimento e lazer, ou seja, o mundo em si se tornou muito interessante para as crianças, o que faz da escola um local de poucos atrativos, comparando-se com as inúmeras possibilidades que a mídia e a Internet dispõe. (ZALUAR, 1999 apud DALLACOSTA et al., 2004)[1] Com essa nova realidade, o vídeo aparece como um recurso diferenciado na educação, é o que relata Moran (1995, [p. 27]):

O vídeo está umbilicamente ligado à televisão e a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala da aula. Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não “aula”, o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa expectativa para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico.

 O vídeo contextualizado ao assunto proposto em aula abre um leque de possibilidades, como discussão, produção, avaliação, reparação e etc. O vídeo também auxilia no processo de aprendizagem pois traz a realidade, o cotidiano e os interesses do aulo para a sala de aula, além de ser um mecanismo de fácil memorização, ou seja, com o vídeo o aluno memoriza e reforça melhor o conteúdo, sem falar na possibilidade de visão e conhecimento de lugares e épocas inacessíveis a eles. O vídeo também serve de alternativa de fonte de pesquisa para os alunos, pois os filmes e vídeos dos repositórios, podem conter informações adicionais, ou melhor explicar sobre outra ótica o mesmo assunto.

Com a facilidade de produção de vídeos hoje, uma opção de aprendizagem é a produção destes por parte dos alunos, o que a meu ver enriquece muito, pois os alunos tem de pesquisar e estudar o assunto e após filmar, ou montar o vídeo com as informações ou filmagens feitas, neste caso os alunos vivenciam todo o processo e dificilmente esquecerão do conteúdo proposto, o que nos leva a uma conclusão já mencionada, de que o vídeo se constitui como um fator facilitador da aprendizagem, pois desperta o interesse e a curiosidade dos alunos.

A seguir sugiro o vídeo abaixo “O vídeo na sala de aula”, que contém relatos de professores e como eles utilizam os vídeos em sala de aula.



Referências

DALLLACOSTA, Adriana et al. O vídeo digital e a educação. In.: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 15., 2004, Amazonas. Disponível em: <http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/343/329>. Acesso em: 11 out. 2010.


MORAN, José manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação, São Paulo, [2], p. 27-35, jan./ abr. 1995. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/prof/moran/vidsal. htm>. Acesso em: 11 out. 2010.


WIKIPÉDIA. Vídeo. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADdeo>. Acesso em: 11 out. 2010.


[1] ZALUAR, Alba. Desafios para o ensino básico na visão dos vulneráveis. In Sociologias, Porto
  Alegre, ano 1, n.2, jul/dez 1999, p.228-249.


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BANCO DE IMAGENS

 Com o desenvolvimento da imagem como importante fonte de informação, juntamente com a explosão da Internet e outros meios de comunicação, a imagem alcançou grande magnitude, conotação cultural e financeira, aumentando deste modo o número de bancos de imagens disponíveis na “net”.

Inicio com a conceituação de banco de imagens, que é um espécie de repositório em um sítio da Web, que captura, trata, organiza e disponibiliza imagens  para uso em geral. Os repositórios podem ser gratuitos ou pagos, sendo de caráter comercial e oferecendo a imagem como produto. Os bancos são também importantes para a guarda da memória em seus diferentes campos, podendo servir de valiosas fontes de pesquisa. A diversidade destes bancos deve ser lembradas, pois abrange áreas bastante distintas, como a Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Desing, Saúde, ou então sem assunto especifíco, podendo agregar imagens de diversos tipos. (ROZADOS).

Outra conceituação de banco de imagens:

Em essência, se trata de coleções que têm sido digitalizadas e que graças a utilização de motores de busca baseados principalmente no emprego de palavras-chaves ou descritores, é possível consultá-las para avaliação e aquisição. (MUÑOS CASTANÕ, 2001, p. 4)


       A imagem entretanto pode estar protegida por direitos ou não, é o caso das royalties e das royalty-free. A distinção entre elas é a questão do uso e pagamento. Na primeira, paga-se pela utilização desta, tendo seu uso limitado. No segundo, royalties-free, as imagens podem ser baixadas (download) e usadas inúmeras vezes sem pagamento.  Segundo  Muños Castaño (2002) essa diferenciação tem levado a criação de diferentes tipos de repositórios de imagens com divergentes possibilidades de acesso e de serviços (formas de venda e pagamento).
 x
    









Com a grande quantidade de imagens que são geradas e disponibilizadas diaramente, é fundamental o trabalho do profissional documentalista, que deve ter em mente as necessidades e potencialidades dos seus clientes, levando em conta valores intrínsecos da imagem para recuperação em função do conteúdo e para a indexação e recuparação. Este último fator é de grande dificuldade pois uma imagem tem uma variedade de valores, significados, sem falar na riqueza visual e de conteúdo.


      Em relação a problemática anteriormente citada, os profissionais estão se valendo de dicionários de sinônimos e de fatores técnicos da fotografia para potencializar a busca pelas imagens. Alguns sistemas de recuperação dos bancos de imagens utilizam tesauros, para quando na recuperação, a busca seja mais eficiente, abrangendo os sinônimos das interpretações das imagens.  E há também o uso de recursos técnicos da imagem, como cor, tamanho, nº de pessoas, local, direção, ângulo e etc. (Munõs Castaño, 2002).

         Existem programas de aplicativos para manipulação de arquivos digitais e seu conteúdo visual, é o caso do Excalibur Visual RetrievalWare SDK 2.1, citado por Muños Castaño (2002). Ele desenvolve aplicações orientadas para a indexação e a recuperação automática de imagens.
Excalibur Visual RetrievalWare

        Bem, como já falado, a imagem tem sido cada vez mais requisitada no meio informacional, e devido a essa necessidade, temos visto constantemente o aparecimento de bancos de dados de imagens que servem como um grande repositório de guarda dessas imagens, devendo ainda contar com programas e profissionais adequados para lidar com esse documento, dotado de inúmeras potencialidades que devem ser aproveitadas para a educação, memória, história dos povos e etc.


Referências

MUÑOS CASTAÑOS, Jesús E. Bancos de imágenes: evaluación y análisis de los mecanismos de recuperación de imágenes”. El profesional de la información, v. 10, n. 3, p. 4-18,  marzo 2001. Disponível em: <http://www.elprofesionaldelainformacion.com/    contenidos/2001/marzo/1.pdf >Acesso em: 24  set. 2010.
ROZADOS, Helen Beatriz Frota. Banco de imagens digitais. 18 diapositivos.















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FOTOGRAFIA: TRADIÇÃO, EVOLUÇÃO E INFORMAÇÃO

Neste post pretendo apresentar um breve relato da história e evolução da fotografia, bem como sua importância como fonte de informação.

A palavra fotografia se origina do grego e significa: fós: luz + grafis: pincel, ou seja, desenhar com luz. O termo photografie foi empregado primeiramente pelo francês radicado no Brasil, Antonie Romuald Florence, que pesquisava juntamente com um botânico, uma maneira econômica de impressão de imagens. Em 1836, a fotografia surge revolucionando as artes visuais, entretanto, sua evolução está relacionada com físicos e astrônomos. Tal fato,  gerou descontentamento por parte dos pintores , pois eles não reconheciam a fotografia como arte e estavam temerosos que o ofício da pintura extinguiria.
Câmara escura

O princípio básico da máquina fotográfica analógica é a câmara escura, descrita por Giovanni Baptista Della Porta, em 1558, e usada pelo famoso estudioso Leonardo da Vinci. A descrição segundo Della Porta: “uma sala fechada para a luz, com um orifício de um lado e uma parede pintada de branco a sua frente” (OLIVEIRA, p. 1). A primeira imagem (1816) captada esteve por conta do francês Joseph Nicéphone Niépce, que nomeou o processo de heliografia, pois ficara exposta ao sol. Mais tarde, o francês se junta a outro pesquisador, Louis Jacques Mandé Daguerre, este realizou pesquisas importantes que acabaram sendo reconhecidas pela Academia de Ciências de Paris (1839), e batizada de daguerreotipia. Esse reconhecimento levantou a ira de muitos outros estudiosos que contestavam a criação dada a Daguerre. O mais importante deles é Hippolyte Bayrd, que acabou por se tornar como o produtor da primeira fotomontagem, simulando a sua morte em protesto. 
1ª fotomontagem, simulação da morte de Bayrd


Durante 100 anos, desde sua descoberta, a fotografia analógica pouco evoluiu, mantendo seus mesmos mecanismos. Uma descoberta importante acontece em 1884, quando George Eatsman  cria o rolo substituível para a máquina tipo “caixão” de 24 posses, que gera maior facilidade de uso da máquina entre os cidadãos comuns. 
Máquinas analógicas

O século XX foi datado por uma utilização cada vez maior da imagem como forma de informação, principalmente em jornais. Com isso, houve a necessidade da diminuição do equipamento fotográfico, para que ficasse mais cômodo aos fotojornalistas. Como consequência, as empresas investem pesado em tecnologias e inovações para suprir essa necessidade e também para conquistar o público em geral, que estava cada vez mais interessado nessa nova tecnologia. 

Ao longo dos anos, no final de 1980, surge a fotografia digital, que segundo Rozados  conceitua-se :

“fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados tipos de telefone celular, resultando em um arquivo de computador, que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em web sites, CD-ROMs, DVDs,  e outras mídias óticas.”
1ª fotografia digital

Como citado, a fotografia digital possui toda uma diversidade no que diz respeito a seu armazenamento e equipamentos, sendo, atualmente, disponível à grande maioria da população. Apesar de seu aspecto atual a primeira fotografia digital foi produzida em 1111 por Russel Kirsch. A fotografia digital é a imagem de seu filho, Walden, com apenas três meses. A fotografia media 5cm x 5cm, era preta e branca e continha 176 pixels. (REDAÇÃO IDG NOW, 2007).

A veracidade das fotografias digitais, segundo os
milagres do Photoshop

Com o incrível desenvolvimento da fotografia digital, muitas questões estão sendo debatidas, dada a sua facilidade de reprodução e divulgação. Alguns dizem que os fotógrafos de hoje, não dominam as práticas e métodos fotográficos, dada a automatização destes recursos e ainda contando com programas de tratamento da imagem que propiciam a manipulação posterior das imagens, como por exemplo o velho conhecido Photoshop dos artistas e famosos. Fazendo com que a foto perca o seu status de veracidade, pois os programas são acessíveis a qualquer um, podendo este, manipular uma imagem.  


A fotografia está passando por um processo de pré-edição proporcionado pelo mecanismo de visualização imediata contido nas câmeras digitais, que possibilta a exclusão de tal imagem no segundo seguinte a sua produção, ou seja, pode-se excluir monentamenamente um registro, que futuramente poderia servir como um documento histórico. Fala-se também da facilidade com que um arquivo de imagem digital contido em qualquer meio, pode ser deletado. Conclui-se então, que hoje as possibilidades para descarte das imagens digitais é muito maior do que as analógicas e prejudica profissionais que se utilizam das fotografias como fonte de pesquisa e documentação. Para solucionar este problema deve-se estudar métodos mais eficazes de armazenamento, pois nas fotografias se encontram muito da história da humanidade, servindo esta como um potencial meio de informação sobre um acontecimento, sobre uma geração, sobre uma época e etc. Cito Kossoy (1994, p. 14) que versa sobre o assunto:

“A fotografia, uma das invenções que ocorre naquele contexto, teria papel fundamental enquanto possibilidade inovadora de informação e conhecimento, instrumento de apoio à pesquisa nos diferentes campos da ciência e também como forma de expressão artística”

Fotografias como documento histórico
Como já referida a fotografia como uma importante fonte de informação, atenta-se para a necessidade do profissional bibliotecário coletar, armazenar e disponibilizar essa fonte ao seu usuário. Sendo a fotografia um suporte diferenciado, deve-se haver um tratamento adequado à ela, e tendo-se em vista seu caráter de múltiplas interpretações, o bibliotecário deve tentar identificar e indexar toda multiplicidade de visões, para que a recuperação seja eficiente em diferentes casos. (SILVA, [200-])

Conclui-se então que a fotografia é uma rica fonte de informação de caráter documental, entretanto: “ […] não alcançou a status de peça de acervo […] e tampouco a status de documento (que, no sentido tradicional do termos, sempre significou o documento escrito, manuscrito, impresso na sua enorme variedade.” (KOSSOY, 2004, p. 17).








REFERÊNCIAS

KOSSOY, Boris. Fotografia e história. São Paulo: Ática, 1994. 112 p.

OLIVEIRA, Erivam Morais de. Da fotografia analógica à ascensão da fotografia digital. Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/oliveira-erivam-fotografia-analogica-fotografia-digital.pdf>. Acesso em: 22 set. 2010.

REDAÇÃO IDG NOW. Primeira fotogria digital completa 50 anos. 26 maio de 2007. Disponível em: <http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal /2007/05/25/idgnoticia.2007-05-25.3211821373/>. Acesso em: 22 set. 2010.

ROZADOS, Helen Beatriz Frota de. Da fotografia tradicional a digital. 14 diapositivos.

SILVA, Rosi Cristina da. O profissional da informação como mediador entre o documento e o usuário: a experiência do acervo fotográfico da Fundação Joaquim Nabuco. [Recife], [200-].

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Avaliando um blog

Critérios para avaliação de blogs
Blog: Web Librarian



CRITÉRIOS
ANÁLISE
Parâmetros gerais
Tipologia do blog (pessoal, institucional).
Pessoal
Têm objetivos concretos e bem definidos?
Não distuingue especificadamente, mas são notáveis pelas postagens.
Se os objetivos estão definidos, os conteúdos se ajustam a eles?
Sim.
Existe uma política editorial de aceitação de contribuições?
Não.
Tem domínio próprio?
Sim.
Tem uma URL correta, clara e fácil de recordar?
Sim.
Mostra, de forma precisa e completa, que conteúdos ou serviços oferece?
Não.
A estrutura geral do blog está orientada ao usuário?
Sim, de fácil manejo.
É coerente o desenho (layout) geral do blog?
Sim, simples mas coerente.
É  atualizado periódicamente?
Sim,  geralmente, com dois posts por semana.
Oferece algum tipo de subscrição?
Sim, assinando o feed RSS.
Identidade, informação e serviços
A  identidade do blog é mostrada claramente em todas as páginas?
Sim, em todas páginas há a identificação do blog e do “blogueiro”.
Existe informação sobre (s) criador(es) do blog?
Sim.
Existe um logotipo?
Não.
O logotipo é significativo, identificável e visível?
------
Existe alguma forma de contato com os responsáveis pelo blog?
Sim, além de prover links para suas redes sociais, há também uma forma de deixar mensagem ao criador do blog, identificando-se com nome, e-mail , e então a mensagem.
Nos posts:

- é mostrada claramente informação sobre o autor?
Sim, existe sempre referência  do material postado.
- é mostrada claramente a data de publicação?
Sim.
- oferece links permanentes?
Sim.
É dada informação sobre número de usuários registrados e convidados?
Não há nenhum registro de seguidores e visitantes, etc.
Existe um calendário de publicação?
Não,  estando as publicações  organizadas em ordem cronológica invertida.
Existe um arquivo onde consultar posts anteriores?
Sim.
Existe alguma declaração ética?
Não.
Oferece links para outros blogs?
Não.
Oferece links externos a outros recursos de informação?
Sim. Youtube, Wordpress, Facebook, Twitter, Delicious, Technorati, LinkedIn.
Apresenta uma lista de palavras-chave para cada post?
Sim.
Está traduzido em outros idiomas?
Não.
Existe algum tipo de controle sobre conteúdos polêmicos?
Não.
Possui uma seção de ajuda?
Não.
O link da seção de “Ajuda”  está colocado em uma zona visível?
-----
Existe algum tipo de buscador?
Não.
O buscador encontra-se  facilmente acessível?
-----
Permite a busca avançada?
----
Mostra os resultados de forma compreensível para o usuário?
----
Dispõe de ajuda para realizar a busca?
----
Qual o número médio de comentários? (calcular sobre os 10 últimos posts).
0 (zero)
Estruturas e navegação
A estrutura de organização e navegação está adequada?
Sim.
Tem algum sistema de navegação distinto da navegação por datas?
Sim, por tags no artigo e no blog, e artigos relacionados e recentes.
Os posts estão classificados tematicamente?
Não, por data de publicação. Mas há a opção de” Artigos relacionados” que remete a outros posts no blog, referentes ou relacionados  ao assunto.
Que número de clics são necessários para ver os comentários aos posts?
1 clic, para entrar no post, e logo abaixo, disponíveis os comentários.
Que número de clics são necessários para fazer comentários aos posts?
3 clics, partindo da página de entrada para o post  na mesma página, mais um para preencher os dados do comentário e outro para postar o comentário.
Os links são facilmente reconhecíveis como tais?
Sim, com identificação.
A caracterização dos links indica seu estado (visitados,
Não, sem informações
ativos etc.)?
sobre seu estado.
Existem elementos de navegação que orientem o  usuário sobre onde está e como desfazer sua navegação?
Não, faltam informações de navegação.
Existem páginas “órfãos”?
Não.
Layout da página
São aproveitadas as zonas de alta hierarquia informativa da página para conteúdos de maior relevância?
Não, todos conteúdos situam-se no mesmo nível.
Foi evitada a sobrecarga informativa?
Sim.
É uma interface limpa, sem ruído visual?
Sim.
Existem zonas em “branco” entre os objetos informativos da página, para poder descansar a vista?
Sim.
É feito um uso correto do espaço visual da página?
A disposição dos posts é bem estruturada, de forma bastante “clean”.
É utilizada corretamente a hierarquia visual para expressar as relações do tipo “parte de” entre os elementos da página?
Sim, há uma separação bastante nítida entre os elementos da página, ex.: posts recentes, mais comentados, recomendados, etc.
Acessibilidade
O tamanho da fonte foi definido de forma relativa?
Sim, com títulos em maior fonte e cor diferente.
O tipo de fonte, efeitos tipográficos, tamanho da linha e alinhamento empregados facilitam a leitura?
Sim, a leitura é agradável no blog, com formato adequado.
Existe um alto contraste entre a cor da fonte e o fundo?
Não, as cores estão em harmonia.
Inclui um texto alternativo que descreve o  conteúdo das imagens apresentadas?
Não.
O site web é compatível com os diferentes navegadores?
Sim, testado em Mozila Firefox e Google Chrome.
Visualiza-se corretamente com diferentes resoluções de tela?
Sim.
Pode-se imprimir a página sem problemas?
Sim.
Visibilidade
Link: Google.
Sim.
Link: Yahoo.
Não.
Link: MSN.
Não.
PageRank
Não.
Twitter
Sim.
YouTube
Sim.
Orkut
Não.
Facebook
Sim.
Unik
Não.
Outros. Qual(is)?

Avaliação global (comentário pessoal)
O blog escolhido e avaliado é o Web Librarian, seu dono Alexandre Berbe (por isso, blog pessoal), é  bibliotecário paulistano. O blog, apesar de não citar claramente  objetivos ou pretensões, se mostra como um canal de notícias referentes a biblioteconomia, redes sociais, arquitetura da informação, internet móvel e ciência da informação. O blog apresenta uma estrutura simples, com fundo branco e bastante separado, sem poluição visual, e espaçamento bom entre os elementos que se configuram na página, facilitando, assim, o manejo e leitura do usuário.  O blog tem atualização constante, praticamente,  semanalmente. Alguns elementos se ausentam no blog, como os seguidores e outros blogs seguidos, o blog estrutura-se basicamente em: posts, vídeos, perfil do criador e redes sociais (siga-me). As buscas são feitas a partir dos elementos da página, sem um buscador, existem etiquetas  (tags)  em cada post e um banco com as “tags do blog”, o que facilita a recuperação de algum post, com tema específico. O blog se mostra acessível para consulta de post  e para comentários. A temática é boa e abragente, tornando o blog como uma importante fonte de informação e com um certo grau de confiabilidade. Ao meu ver, o blog, apesar de ser muito bom, organizado e atual, poderia investir mais em divulgação e interatividade com o usuário,  já que o tema é atual e de interesse de muitos profissionais e também internautas. Como sou leiga em questões de informática e internet, visulamente e aparente o blog se configura bem e de manejo simples para o usuário, facilitando no momento de acessar aos posts, vídeos, etc, mas em alguns monentos faltam informações sobre determinados elementos do blog. O blog contém uma URL de fácil memorização e, também domínio próprio, que são diferenciais a serem citados.

Avaliado por: Bruna Loregian
Data da avaliação: 02/09/2010

Referências

JIMÉNEZ HIDALGO, Sonia; SALVADOR BRUNA, Javier.  Evaluación formal de blogs con contenidos académicos y de investigación en el área de documentación. El Profesional de la Información, v.16, n. 2, p. 114-122, mar./abr. 2007. 

BERBE, Alexandre. Web Librarian. Disponível em: <http://wl.blog.br/>. Acesso em: 02 set. 2010.

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Me chamo Bruna, atualmente curso Biblioteconomia na UFRGS. Sou uma pessoa esperançosa e de bem com a vida, que preza e gosta de estar com minha família e amigos. Gosto de ler, assistir filmes , dançar e viajar.
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Finalidade

O blog tem por finalidade atender às solicitações da disciplina de Informação em Mídias Digitais objetivando informar, explicar e exemplificar as novas tendências de informação que se encontram na rede. Tratará de diferentes temas relacionados com a Ciências da Informação.

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